agradecida.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
obrigada
agradecida.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Espero
Ou não,
Faço melhor
Não espero mais...
Para ver o nascer do sol de amanhã
Se eu tenho o Pôr de hoje
Cansei de vestir a armadura
Ver somente o mesmo inimigo
Nenhum...
Gritarei aos ecos
e eles
Ecoerão
Melhor correr
Sem panos pelos pastos
E me entregar ao tudo de mim!
obs: arrumando o blog, voltando aos poucos. Achei esse poema que estava aqui no blog em forma de rascunho. Fica o exemplo de o meu de ontem para o hoje de mim ;)
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Ego da água
Na água viva
Via-se apenas vultos
Reflexo de fragmentos da realidade
Distorcida de seu próprio espelho
Ali conjugava o seu verbo
Tirava fotos de um único ângulo
Desenhava os mesmo traços
Ouvia o mesmo disco arranhado
Até que um dia esse espelho abriu a boca e a engoliu
Restou o seu próprio verbo a conjulgar-se
Fotos de seu próprio ângulo
Desenhar o seu próprio modelo
Ouvir sua própria música
Nessa distorção
Confundiu braços com pernas
Várias faces de um mesmo ser.
Afogou alguns com sua própria água,
libertou outros que ali se afogavam
e deu a luz a uma pequena menina
Na água do parto,
partiu,
afogou e morreu.
Então sentiu o pulsar da vida e se viu na menina que acabara de dar a luz
Seu choro ecoava entre os cantos do mundo
Da lágrima que caiu dos olhos da menina
No canto do seu nascer
Foi libertada
E vomitada da boca de seu espelho.
quarta-feira, 31 de março de 2010
Perdidamente

segunda-feira, 29 de março de 2010
Salvador
sexta-feira, 12 de março de 2010
Catarse
que em mim era indisgesto
antes que ele próprio me en Gula
A mesma lâmina que é ferido
Se fere aos outros
Qual sangrará menos?
Laís
sábado, 23 de janeiro de 2010
Tempos Modernos
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Achados e Perdidos
Ela já tinha achado
Como dizia Ruiz
Os melhores achados estão em meio há coisas perdidas
Na sua cestinha, tinha uma agulha e um bordado interminado
E o perdido? E o achado?
Esquecido em meio há perdidos estão os achados
E os achados podem ser um dia perdidos
Que pode ser outrora achado por alguém já perdido
Ou perdido por alguém pode ser encontrado no outro um achado
Achado pra uns
Perdidos pra outros
Qual é o achado? E qual é o perdido?
No que se perde e se acha
Se ganha a si
E podemos perder o que achamos
Acharem o que perdidos estavam
Perdidos acharem
E achar o que perderam
Laís de Andrade
sábado, 5 de dezembro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Carmina Sovina
terça-feira, 6 de outubro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Clarice
A janela semiaberta, acordou imóvel havia tido sonhos estranhos novamente. Os sonhos não fazia parte apenas de suas noites, mas do decorrer do dias.Procurava encontrar nele, sinais, símbolos de que comunicassem algo de seu ser ou coisas além do visível. Na noite em que acorda imóvel e com os nervos duros....era como se ali estourasse o vazio profundo de medos já indolores de tão pungentes e cotidianos que já não lhe tocavam a alma, é como se tivesse se acostumado com a dor. A televisão em cima do criado mudo, os livros sobre a cabeceira,o corpo esticado na cama fazia parte dos lençóis e cobertores que necessitavam ser limpos e cheirar coisa viva outra vez. Os sonhos se misturavam com a realidade as visões de cores pastéis e fortes como amarelo e verde morto que lhe viam as retinas.Eram luzes no céu desconhecidas, que lhe causavam pavor. Porém, mas profunda era sensação de acordar e sentir o corpo ranger e os nervos como cordas esticadas de um violino afinado, o único movimento do momento era o abrir das pálpebras e ver se ali num quarto. Foi aos poucos se movimento seu corpo pesava toneladas, até se adaptar novamente a sensação de acordar e ver que havia sido apenas um sonho. O guarda - roupa a sua frente,a penteadeira ao lado, a luz que vinha da janela, nada ali lhe dizia nada, nem uma palavra de conforto. A realidade era vista como uma parte de seus devaneios foi então, que estabeleceu uma conexão consigo mesma, e tentou voltar ao sono. sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Macieira
domingo, 19 de julho de 2009
Futuros Comunicólogos
As linhas que agora traço, o simples fato da escrita que aprendi na escola, já me colocam no estado de uma mensageira, de comungar com o leitor-receptor a junção de letras que formam sons que expressam meus pensamentos, meus conhecimentos, o que desejo compartilhar. Ao longo da história o homem foi aprendendo, desenvolvendo e aprimorando-se e formando: a Comunicação. O meio, a mensagem e o receptor: Comunicar não é só transmitir ou só receber; “Comunicação” é troca e ninguém comunica sem considerar, além das palavras, as emoções e a situação em que fazemos a tentativa de tornar comuns conhecimentos, idéias, instruções ou qualquer outra mensagem, seja ela verbal, escrita, sonora, visual, corporal etc.
Ao longo de três anos e meio na faculdade, viemos com o intuito de não só aprender a arte da Publicidade e da Propaganda, mas a arte de comunicar e de atingir o receptor e fazer-se entender diante daquilo que desejamos informar, transmitir, estudando comportamento, perfis, sociedade, o mundo em que já vivemos e o mundo do qual fazemos parte, etc. Hoje por meio deste “meio”, venho tentar refletir sobre a comunicação e dizer um pouco dos anos sonhados da faculdade que, por hora, finaliza-se no ano de 2009. Nesse semestre deixamos as aulas em sala e o convívio com os outros colegas, para nos dedicarmos ao “mero” trabalho final, suas orientações, as felicidades, as decepções, os novos aprendizados, os novos desafios e muitas vezes a falta de comunicação dos grupos (risos).
Há sempre uma máquina do tempo em nossas mentes quando terminamos ciclos de nossas vidas, que nos coloca a avaliar o passado e o futuro. Como entrei na faculdade? Qual será meu futuro daqui em diante? As lembranças de quando entramos na faculdade: Quem seriam os amigos?Quais seriam os professores? E as expectativas do futuro: Para onde irei? Será que vai dar certo? Por onde começar? Essas são algumas das tantas questões que passam em nossas mentes - a máquina do tempo vai e volta no passado e no futuro. Contudo não devemos esquecer de avaliar o presente. Como dizia nosso amado mestre Bertuolo, traçar nosso próprio plano de carreira no hoje. Creio que posso dizer que, muitas vezes, não conseguimos traçar ou seguir esse plano, tantos afazeres e coisas que nos levam, que a vida e a sobrevivência tornam-se, às vezes, maior por momentos. Porém, a vida sempre bate em nossas portas e faz nos lembrar de sonhos e aspirações que só podem ser realizados através de muito trabalho. Hoje, costuma-se se esquecer de certos fatores que nos levam até mesmo deixar de lado nossos sonhos. Se estamos realmente lutando por eles ou se é a maré que esta nos empurrando. Porém, sempre vem uma tempestade ou outra, mas a bonança supera, eleva as forças e nos coloca no controle do barco novamente. É essa a principal questão, nunca deixar de remar.
Com a máquina do tempo em foco, retornamos ao primeiro dia de aula, aos novos amigos, aos trabalhos, às informações novas, às provas, às festas, às repúblicas, à pindaíba, ao passe de ônibus, ao pastel da esquina (muitos)... E vamos andando ao segundo, ao terceiro, ao quarto, ao quinto, ao sexto, ao sétimo e enfim ao oitavo período. Ao longo desse tempo fomos absorvendo conhecimentos, não só os teóricos, mas os de vida, como a doce arte de conviver, com suas deliciosas risadas e conturbadas
Minha avó sempre disse que o que nunca vão nos roubar é o conhecimento que adquirimos. Portanto é preciso ter garra para tentar absorver tudo, o que na verdade, sinto ser impossível, por mais esforçados que sejamos.Mas para os mais esforçados ou ditos cabeças de ferro, dos quais infelizmente não faço parte (risos) pode-se atingir a escala dos 95%, isso aberto à discussão de margens de erros de 15% para mais ou para menos (risos). Contudo, qualquer que seja a capacidade de absorção da sua esponja de conhecimento é impossível sair o mesmo, seja com escala para melhor ou para pior, o que prefiro ficar com a primeira opção. Faça o seu “remember universitário” e coloque na balança dos prós e contras (já faz alguns dias que venho balanceando os meus).
Enfim, depois de todo esse “vai e volta”, falemos um pouco resumidamente da força da comunicação em ordem não cronológica: Só os homens falam, só os homens se comunicam através de palavras e sinais fonéticos, que fomos formulando e aprimorando ao longo dos tempos, conforme nossas necessidades. Desde o simples toque de pele do bebê com a mãe, a primeira forma de comunicação do ser humano: o tato; a Segunda Guerra Mundial com os dotes de grande força propagandista de Joseph Goebbles (Ministro de Propaganda de Adolf Hitler); o Poder da Indústria Cultural; a imprensa de Gutenberg; a forma de Expressão: a arte, desde a Pop Arte com as Sopas Campbell, de Andy Warhol, a música de Mozart, ao balé dos Cisnes; ao rádio; à TV, ao Cinema e à Internet, que hoje formam essa imensa aldeia Global, dando-nos idéias de novas formas de comunicação “que estão” se desenvolvendo a cada dia-hora-segundos, formando novos padrões de vida, novos laços, uma nova forma, posso dizer, de ser humano, que muda conforme o ambiente ao qual vive e as necessidade que vão surgindo, acondicionando e distribuindo idéias e sentimentos que não só modificam as relações, mas as sensibilidades.
Depois desse breve e superficial resumo, deixo um pequeno parágrafo da Introdução do Livro (de1902 a 1936), que agora estou lendo, chamado “Revolução na Comunicação” uma antologia organizada por Edmund Carpenter e Marchal McLuhan, a qual me apaixonei! Que cabe ao que vivemos hoje, vai da Publicidade Comercial até análise detalhada das intenções e efeitos dos veículos de comunicação de massa. Além do parágrafo, fica também a indicação do livro, mas vamos ao que interessa:
“Assim como o esquimó tem sido destribalizado através do material impresso, passando em poucos anos do nômade alfabetizado, também nós, num período igualmente breve, estamos ficando tribalizados através dos canais eletrônicos. A instrução que abandonamos, ele a aceita pressurosamente; a linguagem oral que ele rejeita, nós aceitamos. Se isso é bom ou mau, é uma questão que ainda falta apurar. No momento, é importante que compreendamos a causa e o processo.”
“Sem uma compreensão da gramática dos meios de comunicação, é impossível ter esperança de atingir uma consciência contemporânea do mundo em que vivemos”.
Voltando a máquina do tempo, para o passado deixo meu carinho e agradecimento, para o futuro deixo uma deliciosa esperança de coisas boas e saudáveis e para o hoje traço ações para que tudo se complete.Fica um pouco do tudo.
Comunicar é o ato de comungar idéias.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Quem sou eu?


quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Desenham-me
quinta-feira, 29 de maio de 2008
sábado, 24 de maio de 2008
Flores

mas por dentro elas cresciam em mim,
omo sementes quando germinam e buscam o ar.
E agora assim,
em meio uma música harmônica,
elas dão flores em pleno inverno.
Sua água é a sede de nascer.
Dar frutos cheirosos.
Encher a boca de salíva.
Molhar a vida
Que quase nunca pulsou tanto assim.
Sem amores demais nem de menos...
Como diz ao beija-flor
Meu amor está em tudo
E nos olhos que não vejo"
Para minha amiga de letras *Emely*
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Medos
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Caminho











